"Só com a leitura um povo pode se tornar forte em sua cultura." (Rodrigo Poeta)

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

DADOS DO IV° CONCURSO POESIARTE



*Vejamos os 60 inscritos:

1-Marcelo Jardim.
*Poesia: Assim como o vento.
*Araruama/RJ.

2-Kleiton Teixeira.
*Poesia: O tempo está bonito.
*Araruama/RJ.

3-Rayane Resende.
*Poesia: O fogo que há em você.
*Araruama/RJ.

4-Bruna Silva.
*Poesia: Eu e você no Sana.
*Araruama/RJ.

5-Karolyn Nunes.
*Poesia: Quando te vejo, fico sem ar.
*Araruama/RJ.

6-Gabrielly Sant'Anna.
*Poesia: A água que corre.
*Araruama/RJ.

7-Giulia Viana.
*Poesia: Eu vi você.
*Araruama/RJ.

8-Ludmylla Pacheco.
*Poesia: Eu vi você.
*Araruama/RJ.

9-Thayná Griffo.
*Poesia: Mais um sol...
*Araruama/RJ.

10-Guilherme Antunes.
*Poesia: Em um momento estive solitário.
*Araruama/RJ.

11-Mayara Souza Raposo.
*Poesia: Terra à vista.
*Araruama/RJ.

12-Leandro dos Santos de Oliveira.
*Poesia: Minha Terra, meu planeta.
*Araruama/RJ.

13-Beatriz Ramalho da Silva.
*Poesia: O índio filho da terra Brasil.
*Araruama/RJ.

14-Mariana Marques Amorim.
*Poesia: Descobri onde encontrar.
*Araruama/RJ.

15-Mayara dos Santos Sousa Perinei.
*Poesia: Coisas Estranhas.
*Araruama/RJ.

16-Letícia Bragança de Castro.
*Poesia: O passado.
*Araruama/RJ.

17-Igor Vieira Barboza de Oliveira.
*Poesia: Minha terra, meu planeta.
*Araruama/RJ.

18-Samantha dos Santos Ribeiro.
*Poesia: Sabe onde fica o passado?
*Araruama/RJ.

19-Yan da Costa Pinto.
*Poesia: O mar de letras.
*Araruama/RJ.

20-Yasmim Gomes Marinho.
*Poesia: Medo.
*Araruama/RJ.

21-Ana Beatriz.
*Poesia: Amanhã será outro dia.
*Araruama/RJ.

22-Isabel Fernanda Cora do Nascimento.
*Poesia: A ocasião faz o ladrão.
*Araruama/RJ.

23-André da Silva Monteiro.
*Poesia: Medo temos.
*Araruama/RJ.

24-Hellen Costa Flores.
*Poesia: O índio filho da terra Brasil.
*Araruama/RJ.

25-Patrícia Maria de Abreu Cavalcante.
*Poesia: Minha terra, meu planeta.
*Araruama/RJ.

26-Moniza Miranda.
*Poesia: Minha terra meu planeta.
*Araruama/RJ.

27-Sandro Henrique.
*Poesia: Seu silêncio.
*Araruama/RJ.

28-Rafaely da Conceição Francisco.
*Poesia: A antítese.
*Araruama/RJ.

29-Plínio Coutinho.
*Poesia: Homem pássaro.
*Iguaba Grande/RJ.

30-Kaio Ferreira.
*Poesia: Amor de uma só cor.
*Iguaba Grande/RJ.

31-Flavia Pereira.
*Poesia: O homem preconceituoso.
*Iguaba Grande/RJ.

32-Mariana da Fonseca Medeiros.
*Poesia: O Preconceito.
*Iguaba Grande/RJ.

33-Anthony Mohammad Abu Kalil.
*Poesia: Minha homenagem a Mãe Terra.
*São Paulo/SP.

34-Andrea Pires.
*Poesia: A mãe terra pede socorro.
*São Paulo/SP.

35-Perpétua Amorim.
*Poesia: Humanos! Até quando?
*Franca/SP.

36-Carmem Lucia de Oliveira da Silva.
*Poesia: Rosa azul.
*Colorado/PR.

37-Jussára C. Godinho.
*Poesia: Nosso Planeta, Nossa Vida.
*Caxias do Sul/RS.

38-Alana Espinosa Corrêa Nunes.
*Poesia: Do que cansou de esperar.
*Bagé/RS.

39-Geraldo Trombin.
*Poesia: Habite-se.
*Americana/SP.

40-Luis Hideki Yoshida.
*Poesia: O Grito Mudo De Um Planeta.
*Hamamatsu-Shi – Shizuoka-ken – Japão.

41-Rosana Banharoli.
*Poesia: Minha Terra: Haiti.
*Santo André/SP.

42-Mário Osny Rosa.
*Poesia: Todos os dias a voar.
*São José/SC.

43-Lucia de Souza Gomes.
*Poesia: Planeta Azul.
*Iguaba Grande/RJ.

44-Edweine Lureiro da Silva.
*Poesia: Agonia.
*Kyoto – Japão.

45-Mercedes Pordeus.
*Poesia: Terra...Nossa Mãe.
*Recife/PE.

46-Michelle Trevisani.
*Poesia: Terra, meu mundo.
*Americana/SP.

47-Nédia Sales de Jesus.
*Poesia: Canibais.
*Conceição do Almeida/BA.

48-Delaine Almeida de Melo Gomes.
*Poesia: A terra.
*São Paulo/SP.

49-Tatiana Alves Soares Caldas.
*Poesia: Matricídio.
*Rio de Janeiro/RJ.

50-Rômulo César Lapenda R. de Melo.
*Poesia: EnTerrar?
*Recife/PE.

51-Altair José dos Santos.
*Poesia: Poesia do mundo.
*Campo Mourão/PR.

52-Juliana de Araújo Bumbeer.
*Poesia: Canção do Habitat.
*Curitiba/PR.

53-Nadyr Angela Oiticica Ceschin.
*Poesia: Labirinto.
*Maceió/AL.

54-Flávio Cardoso Reis.
*Poesia: Terra, muito mais que terra.
*Luziânia/GO.

55-Ana Cristina Mendes Gomes (Cris Dakinis).
*Poesia: A Terra Dor.
*São Pedro da Aldeia/RJ.

56-Lenir Mattos de Moura.
*Poesia: Planeta Doente.
*Arraial do Cabo/RJ.

57-Elias Araujo.
*Poesia: O Testamento.
*Américo Brasiliense/SP.

58-Cássia Regina Geraldo.
*Poesia: Súplica de uma mãe.
*Brasília/DF.

59-André Telicazu Kondo.
*Poesia: Mãe Terra.
*Jundiaí/SP.

60-José Gerlondson Carneiro de Almeida Junior.
*Poesia: Sentido de amizade.
*Maceió/AL.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

6°lugar no IV° Concurso POESIARTE



- 6°lugar no IV° Concurso POESIARTE.
- Nome: Mêrcedes Batista Pordeus Barroqueiro  .
- Natural de Olinda-PE.
- Cidade em que representa: Recife-PE.
- Data de nascimento: 18/05/1955.
- Pseudônimo: Sonho.
- Poema: “Terra...Nossa Mãe”
- Atividades: Poeta, escritora e Membro Correspondente da Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências de Arraial do Cabo-RJ.


- 6°lugar com poema:



TERRA... NOSSA MÃE

A terra é a nossa maior riqueza
Ela nos acolhe e concede seu espaço
Recolhe-nos como mãe no seu regaço 
No seu invólucro contêm a natureza. 

Preservar é preciso, sim é preciso.
Na desolação não abstrai o sobreaviso
O planeta clama por consciência
O homem o destrói em nome da ciência

A terra não é apenas nosso habitat
Sua importância vai muito além
Do que o homem acha que lhe convém
Espalhando sobre ela e os filhos o terror.

Pobre homem! Não pensa nos seus filhos...
Que meio ambiente lhes deixará como herança?
Egoísta! Só pensa no dinheiro. E a esperança?
Reserva-lhes uma jornada por entre abrolhos.

O ser humano age com sua ganância
Pensando ser o deus de toda vastidão
Alimenta com ânsia e sede sua ignorância
Não O reconhece nem lhe rende gratidão.

Gratuitamente Ele nos nomeou seus mordomos
Quando ao mundo e sonhos dissermos adeus
O que será da nossa descendência?
Sem merecer vislumbrará a decadência.
Terra mãe que nos recebe e acarinha 
Natureza! O que fizeram da sua beleza?
Com as mesmas mãos que nos acarinhou
Hoje enxuga a lágrima que da face rolou.

Quando?
O homem perceberá sua autodestruição.
Até quando?
Ele resistirá provocando a degradação.

(Mêrcedes Pordeus)
 

5°lugar no IV° Concurso POESIARTE



- 5°lugar no IV° Concurso POESIARTE.
- Nome: André Telucazu Kondo.
- Natural de Santo André-SP.
- Cidade em que representa: Jundiaí-SP.
- Data de nascimento: 07/05/1975.

- Pseudônimo: Takezu.
- Poema: “Mãe Terra ”
- Atividade: Escritor.



- 5°lugar com poema:





MÃE TERRA 

Perdoai-nos, mãe Gaia 
Teus filhos suplicam 
Tão tarde enxergamos 
As cicatrizes do parto 
Quelóides de concreto e aço 
Só hoje 
Em teu regaço choramos 
Ontem 
Já esgotamos teus seios 
Filhos ingratos 
Derramamos o leite 
Poluímos teu ventre 
Mãe terra 
Tu és mais que colo 
Em teu norte, 
Orientou-nos. 
Em teu sul, 
Deu-nos vida. 
E em teu abraço 
De leste a oeste 
Carinho. 
Cessem-se as lágrimas 
E as nossas ofensas 
Cuidemos da mãe 
Encontremos teu centro 
Para lá sentir 
O coração, que ainda bate. 
O amor, que ainda germina. 

(André Kondo)

4°lugar no IV° Concurso POESIARTE



- 4°lugar no IV° Concurso POESIARTE.
- Nome: Nadyr Angela Oiticica Ceschin.
- Natural de Maceió-AL .
- Cidade em que representa: Maceió-AL.
- Data de nascimento: 20/12/1947.

- Pseudônimo: Saint Jean.
- Poema: “Labirinto”
- Atividades: Poeta, escritora e artista plástica.



- 4°lugar com poema:

Labirinto
 
Nas cavidades do labirinto turvo espiralado
Transtornando a troça da leve magia
O homem enfrenta
Agasalhado artifício
Por ele criado
 
Tornou-se mortífero
Seu sacrifício cristalizado
 
Em gotas escaldantes de suor gelado
Aguarda o homem
A soberba do desconhecido
 
Como destroçá-lo
Como desligá-lo
 
Como ir além do inverno nuclear
Por ele mesmo ativado


(Angela Oiticica)                                                     

3°lugar no IV° Concurso POESIARTE


- 3°lugar no IV° Concurso POESIARTE.
- Nome: Rômulo César Lapenda R. de Melo.
- Natural de Recife-PE.
- Cidade em que representa: Recife-PE.
- Data de nascimento: 06/09/1976.
- Pseudônimo: Pietro de Aragão.
- Poema: “EnTerrar?”
- Atividades: Poeta e Procurador Federal.

- 3°lugar com poema:
 
 *Buraco na Guatemala - América Central - 31/05/10 - 
Fonte: G1.


EnTerrar?


Não temos tempo, aprendam,
definitivamente,
milênios se passaram omissos
à destruição do planeta Terra,
defunta, multimorta, quase podre (pode?).

Não temos alento, percebam,
paulatinamente,
geleiras escorregam sem graça
estufando tsunamis desgraças
em corpos que nunca se acham (sofrem?).

Não temos vergonha, ouçam,
atentamente,
o som do desespero que destrói,
aos furacões até o Jazz se cala,
silêncio, Nova Orleans impotente (inocente?).

Não temos escolha, amem,
cuidadosamente,
a Terra não é só nossa, respeitem os
outros que dela precisam, são muitos,
não só olhem os próprios umbigos (egoísmo?).

Não temos pena, mas agora chorem,
copiosamente,
pelos mares, pela fauna, pela flora que apelam
e tudo definhando sufocantemente (indecente?).

Não temos alma, guardem,
solenemente,
roupas negras de luto, insepulta a Esfera, pois
não mais haverá terra para os enterros (medo).

(Rômulo César)